terça-feira, 27 de setembro de 2011

As 3 Fases do Músico


  Gostaria de compartilhar este mês alguns trechos de uma palavra de um grande amigo meu, o Pastor Raul de Sousa, postado há muitos anos atrás no site Netgospel.  Especificamente aos músicos, ao longo dos anos encontramos todo tipo de pessoas nos vários lugares que visitamos,  acabamos nos identificando em pelo menos duas dessas fases. Vale a pena meditar nisso.

A primeira fase
Normalmente o músico atravessa esta fase no início de carreira, onde este, por não saber absolutamente nada, se propõe a aprender de tudo e de todos. Nesta primeira fase, o jovem músico sabe de seu real conhecimento (ou seja, quase nada), e mediante a esse fato, aceita conselhos, ensinamentos, dicas e até mesmo repreensões. É a fase em que se aceita de tudo para estar perto de um grande músico, para poder obter coisas novas. Tais músicos nesta época estão descobrindo sobre seu instrumento, suas marcas, sobre suas características, enfim, é a época da descoberta e do primeiro amor! Normalmente essas pessoas não se habilitam a tocar em qualquer lugar, ou na presença de outros músicos, justamente por saberem seu patamar.
A segunda fase
É a mais complicada de todas. Neste ponto, na maioria das vezes, o músico já deve ter estudado um pouco, já aprendeu algumas coisas (eu disse algumas) e já se acha dono da cocada preta! Aonde chega quer pegar o instrumento e logo fazer ali um “workshop”. O que acontece é que nesta fase o músico perde sua referência musical e conseguinte o seu devido lugar. Em alguns casos é de chorar, pois, nem o instrumento está afinado direito. Não se tem boa técnica, não conhece de harmonia, não tem profundo conhecimento teórico, ou seja, tal pessoa se torna SOBERBA. A soberba é um sentimento enganoso, que leva a pessoa a achar que é melhor do que realmente é, se colocando em nível de pessoas bem melhores que do que ela. Foi exatamente isso que aconteceu com Lúcifer, e por isso me sinto na obrigação de fazer esta consideração (para que não caiamos na mesma condenação), pois é um perigo que sempre nos ronda nesta época de nossa vida. Lúcifer, através da soberba, teve sua referência de autoridade perdida, o que o levou a pensar que era maior que o Altíssimo, imaginando até mesmo que subiria acima das nuvens e ali faria o seu trono (Isaías 14:12)
Ainda nesta segunda fase, existe um espírito de crítica que o ronda, fazendo que suas palavras sejam sempre negativas a respeito dos demais músicos. Vai ao culto na igreja e assenta-se nos últimos bancos e ali juntamente com outros de seu nível, desfere críticas, que na sua maioria não condizem com a verdade. Críticas destrutivas devem estar bem longes de nossos lábios. Tiago 3:5-6 - "Assim também a [língua] é um pequeno membro, e se gaba de grandes coisas. Vede quão grande bosque um tão pequeno fogo incendeia. A [língua] também é um fogo; sim, a [língua], qual mundo de iniqüidade, colocada entre os nossos membros, contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, sendo por sua vez inflamada pelo inferno."   Ainda: Mateus 7:2 - "Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós."
Bem, o fato é que líderes e pastores devem estar bem próximos de seus músicos, para que eles tenham sempre uma boa e fiel referência para seus ministérios, pois do contrário Satanás os enganará!
A terceira fase
É alcançada através da Palavra de Deus pelo amadurecimento e não merecimento! A maturidade espiritual do músico o levará a entender coisas que sem tempo e experiências lhe seria impossível. Conforme o músico vai crescendo técnica e espiritualmente, ele passa a ver as coisas diferentes, adquire boa técnica, bons relacionamentos e através de seus “tombos” ele aprende a se colocar em seu devido lugar. Nesta altura de sua vida, deve ter pago um preço bem alto para conquistar seus projetos musicas, sabendo assim, que o universo musical não permite que ninguém se glorie batendo no peito e se achando o tal, pois, sempre encontramos alguém melhor do que nós. Neste ponto, o músico não se importa em mostrar o que sabe, não está preocupado com o que as outras pessoas estão dizendo a seu respeito, enfim, está pronto para oferecer para o Senhor o verdadeiro louvor, sem nenhum impedimento.
É esta fase que devemos buscar em nossas vidas, a maturidade cristã/espiritual/musical, para que sejamos bênçãos nas vidas com as quais nos relacionamos e não um peso na vida de nossos líderes e amigos. Que estas palavras lhe sirvam de ajuda, independentemente da fase em que você se encontre. Seja humilde, pois só assim seu crescimento será moldado na Palavra de Deus e conseqüentemente abençoará todos a sua volta! - Pr. Raul Sousa

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O privilégio de ser Levita - parte IV


     Para finalizar nosso último assunto, a pastora Janete Brandalize de Marechal Candido Rondon, ressaltou 7 características que uma pessoa que serve na casa de Deus de alguma forma, deve procurar exercitar sempre. Creio que isto se aplica a todos, não se limitando apenas ao ministério de louvor e adoração em si e vai complementar o que temos visto até aqui.
1. Entrega real da vida e compromisso de viver para Deus. Entrega voluntária, consciência que está respondendo ao Senhor.
2. Ter sede e fome do Reino. Devem ser conhecedores da Bíblia, ter a mente transformada, enxergar sob a perspectiva de Deus e investir no seu conhecimento. O ministro de louvor deve ser tão preparado quanto um pregador. A Bíblia é nosso principal instrumento de trabalho, precisamos manejá-la bem, primeiro pra viver e depois para transmitir.
3. Ser ensinável – estar disposto a abrir mão do seu gosto ou do seu jeito de fazer as coisas.
4. Comprometido (vestir a camisa) - O compromisso com a visão da igreja. Não faltar os cultos e as programações. Falar a mesma coisa. Estar em aliança.
5. Ser submisso.
6. Ouvir a voz – Ser interdependente. Seguir instruções.
7. Disciplinado – o hábito é mais forte do que o desejo. Sem disciplina não existe conquista de nada.

Que você possa aplicá-las diariamente, sabendo que um dia prestaremos conta de todos os talentos que nos foram dados e da forma como os administramos e os exercemos. Que possamos todos nos apresentar a Deus como obreiros aprovados, que não tem do que se envergonhar, que manejam bem a palavra da verdade. 
Que Deus te abençoe poderosamente!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O privilégio de ser Levita - parte III

 Segue a penúltima parte da nossa conversa sobre o privilégio de poder servir na casa de Deus com nossos talentos, espero que você possa estar sendo instigado a aprender e amadurecer a cada dia, buscando apresentar a Deus, nada menos do que o seu melhor em todas as circunstâncias.


►A nossa função é só tocar, cantar e dançar ?
"... para profetizarem com harpas, com alaúdes, e com címbalos..." (1 Crônicas 25:1) Uma das principais causas de tantos fracassos na música em algumas igrejas, é o fato de que os componentes do grupo musical se esquecem totalmente da Palavra de Deus.
Um compromisso deve ser colocado em nossos corações, ministrar o louvor é ministrar a Palavra de Deus. Todos os envolvidos com esta obra devem viver no domínio do Espírito e no conhecimento da Palavra de Deus.
Porque: Toda a carne é como a erva, e toda a sua glória como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; mas a palavra do Senhor permanece para sempre.  1Pedro 1:23-25
A seara é muito grande, mas os ceifeiros são poucos. Se Jesus estivesse diante de nós hoje, conversando a respeito deste quadro, poderíamos perguntar a Ele: Mestre, mas o Senhor não está vendo tantas bandas, músicos de talento, quantas gravações de dvd´s e cd´s que falam do evangelho? Olha Jesus que alvoroço. Congresso dali, festival daqui, um movimento tremendo. Jesus provavelmente responderia: nós não temos muitos trabalhadores.
No ministério de louvor especificamente, não estamos em uma apresentação ou um show, não estamos praticando apenas um hobby, não estamos fazendo o que gostamos e sabemos; precisamos entender que estamos em uma batalha espiritual intensa, esta guerra não se vence gritando muito, tocando com maestria ou declarando algumas frases de impacto. Esta guerra se vence com uma vida diante do altar do Senhor!
            Isto não é coisa para "meninos", para crianças espirituais, mas para todo aquele que deseja crescer em Deus.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O privilégio de ser Levita - parte II

      












Continuando com o assunto  da última semana sobre o privilégio que temos em servir na casa de Deus. Terminei falando sobre 3 coisas importantes que gostaria de ressaltar:

                                      1) LEVAR  A  ARCA  DA  ALIANÇA

       A Arca representa a presença de Deus. Nm 4:2,3 - Quem podia carregar a arca, eram os levitas, os que servem. Quem pode trazer a presença de Deus são os servos. 
Na arca havia três objetos representando a relação de Deus com Seu povo:
·         As duas tábuas de pedra: onde se achava "escrita a aliança de Deus com o povo" (Ex 24.12; Dt 10.1-5). Símbolo de direção permanente da parte divina.
·         O pote com o maná: que recordava ao povo a provisão que vinha da parte de Deus no deserto (Ex 16.14; Hb 9.4,5). Era uma metáfora do alimento permanente vindo de Deus.
·         A vara de Arão:  que floresceu como prova da sua divina indicação para ser Sumo-sacerdote (Nm 17.6-10). Era um sinal de apoio permanente do Senhor.
Neste contexto, observamos um princípio muito importante: Para levar a arca, é preciso ser escolhido.

                                      2) ESTAR DIANTE DO SENHOR

         Números 3.6-8, "estar diante de..." é o mesmo que "dar assistência, servir"; o que implica em consagração. O povo de Israel fora escolhido, mas só a tribo de Levi foi separada para ser a tribo de sacerdotes.        
Quando nos tornamos crentes em Cristo, assumimos o compromisso de "estar diante do Senhor" (servir a Deus) por toda a vida. Os primeiros discípulos deixaram seus trabalhos em segundo plano para "estar diante do Senhor".

                                      3) PARA ABENÇOAR EM SEU NOME

        O texto de Deuteronômio fala da função levítica de abençoar em nome de Deus, em várias passagens da Bíblia vemos que abençoar em nome de alguém, é falar em seu nome. Para abençoar é preciso ser uma bênção.

Em Números 16:9, o Senhor pergunta: "Acaso é pouco vós que o Deus de Israel vos tenha separado... para vos fazer chegar a si...?" 
Nós, levitas da Nova Aliança, continuamos levando a arca, pois fomos separados para:        
1- Lembrar ao povo a direção permanente de Deus;
2- Recordar ao povo o pão dos céus, Jesus Cristo, o maná vivo;
3- Ressaltar o apoio permanente no cajado de Arão agora brotando em Cristo Jesus.
Nós fazemos parte do corpo de Cristo, onde todos temos talentos de Deus que foram dados para servi-Lo. O que importa é como nós vamos servir ao Senhor. Exemplo: grupos de louvor que tocam muito bem, mas que ao término do culto, ou do louvor, as pessoas  saem da mesma forma que entraram.
O profeta vê aquilo que ninguém vê, todos estão vendo uma coisa, mas ele está vendo outra coisa. Ler Mateus 9:37-38- Ele não apenas via pessoas cheias de talentos, Ele via além disso, via ovelhas que não tinham pastor. 
   Que Deus te abençoe grandemente e até semana que vem!!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O privilégio de ser Levita - parte I

           Gostaria de compartilhar alguns pontos de uma palavra que eu trouxe no Congresso de Louvor e Adoração da IEVL em Porto Belo, no ano passado. Muitas vezes, quando assumimos um projeto ou compromisso, começamos com todo o gás e força, crendo que se surgirem grandes dificuldades, elas serão superadas, porque temos um desejo e consciência profundos de que seremos bem sucedidos. Porém, por vezes, ignoramos o maior perigo de todos, o de deixarmos as coisas cairem na rotina, num ciclo vicioso de simples execução de tarefas e marcação de presença, esquecendo-nos pouco a pouco do valor e importância que dávamos a causa que assumimos e perdemos a paixão. E como perdemos a paixâo? Quando nós deixamos as coisas preciosas ser tornarem coisas comuns
   Por isso gostaria de trazer a tona o fato de valorizarmos o privilégio que temos em sermos levitas na casa de Deus. Tentarei expor alguns pontos que acho importante nas próximas semanas. 



"Nesse tempo o Senhor separou a tribo de Levi para levar a arca da aliança do Senhor, para o servir, e para abençoar em seu nome..." (Dt 10.8)


         Levitas eram os membros da tribo de Levi, terceiro filho do patriarca Jacó. Formavam uma tribo separada, sem território, sem herança terrena porque gozavam do alto privilégio de ter o Senhor como seu quinhão, sua posse (Dt 10.9)      
O músico não é uma classe especial, ou tem em si uma importância maior. No livro de 1 Crônicas 23:5, dos 38.000 levitas que Deus separou, sobraram  8.000 e desses 8.000 sobraram 4.000 que eram os porteiros, e por último os levitas músicos.
Músico e cantores vem depois dos porteiros, e com isso a Bíblia não está ensinando uma escala de importância, este texto relata que a maioria atuava com outros talentos. Deus está mostrando que não há privilégio especial em ser músico ou cantor, mas sim em ser servo. O talento de quem toca, canta, dança ou faz qualquer tipo de arte,  é tão importante quanto o de quem está operando o som, limpando o chão ou até mesmo daqueles que jamais aparecem.
Vamos lembrar alguns privilégios dos levitas:
  • Servir no santuário (Nm 3.6; 1Cr 15.2) ajudando nos sacrifícios (Jr 33.18,22), na recepção de oráculos (Nm 3.38; 2Rs 12.9)
  • Transportar a arca da aliança
  • A responsabilidade do ensino da lei (Dt 31.9-13)
  • Autoridade para abençoar. Grande privilégio pela associação como o Nome de Deus (Nm 6.27).
               Deuteronômio 10.8 resume o ministério levítico, e nos aponta de modo sugestivo um plano de trabalho para nós mesmos, levitas da Nova Aliança: Levar a arca da aliança, Estar diante do Senhor e Abençoar em Seu Nome.
Semana que vem falarei um pouco mais sobre essas 3 últimas coisas.
Até lá!  Deus te abençoe!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A realidade da VIDA!

     Há poucos dias, recebi a noticia do falecimento de uma amiga, lembrei-me  das muitas vezes em que as sextas feiras, fomos dar apoio a seu pai que dirigia uma pequena congregação na periferia de Curitiba, eu ainda iniciando meus estudos na guitarra e ela dando seus primeiros passos dirigindo o louvor.   Convivemos poucos anos juntos, mas seu carisma e entusiasmo foram suficientes para fazerem o registro na minha história de vida. Ela tinha apenas 32 anos e deixou marido e dois filhos pequenos. Aprove a Deus recolhê-la no tempo em que achou oportuno. Tenho certeza de que ela está onde sempre sonhou em estar, ao lado do Senhor na glória, nós, os que ainda permanecemos na terra, sentiremos muito sua falta até a reencontrarmos naquele grande e glorioso dia. Sua rápida passagem por aqui deixou marcas e com certeza admiradores e seguidores de seus princípios e dedicação a obra de Deus. Ela correu a carreira, guardou a fé e partiu para receber a coroa de glória que reservada está para aqueles que buscaram servir a Deus com todas as suas forças e de todo coração.
      O que mais tenho meditado nas últimas semanas é sobre como tenho usado o tempo que me foi dado neste planeta. Se Deus me chamasse hoje, estaria eu pronto para partir na certeza de que cumpri tudo o que Ele despertou em meu coração? Ou estaria eu enrolado com as distrações da vida, perdido em meus próprios planos e projetos, preocupado demais com o amanhã e deixado para me dedicar ao reino de Deus "mais tarde", quando eu já tivesse as demais coisas "sob controle".
     O que me faz refletir sobre a próxima pergunta, se acho que ainda não fiz o suficiente ou não tenho feito o meu melhor, que atitudes e hábitos precisam ser revistos e mudados HOJE, para que eu possa encarar cada manhã como um "bônus", como mais uma chance de fazer a diferença na vida de alguém, seja parente, amigo  ou desconhecido?
     Que você possa fazer essas perguntas pra você mesmo e empreender suas forças e tempo, naquilo que realmente vale a pena. Se achamos a família tão importante, por que muitas vezes, dedicamos mais tempo ao trabalho e projetos pessoais? Será que nossos filhos precisam mais do nosso dinheiro e provisão para o futuro do que a transmissão dos nossos princípios de vida passados exclusivamente no convívio diário, onde eles tem a oportunidade de não apenas nos ouvir, mas nos ver agindo conforme o que falamos? Uma coisa tenho aprendido e gostaria que você, querido leitor deste modesto blog, ponderasse sobre sua vida também.
     Todos nós temos um propósito a cumprir aqui na terra, e nos é dado apenas uma chance para cumpri-lo, e essa chance se chama VIDA. Não importa a quantidade de tempo que nós é dada, mas sim a qualidade de tempo que nos dedicamos aqui, com as coisas que realmente importam, é que farão toda a diferença para cumprir ou não, o nosso propósito na terra.
    O ditado é bem conhecido, a morte é a realidade da vida, e creio que não há ninguém no leito de morte que ao invés de, ter um coração tranqüilo por ter vivido pelas coisas que farão a diferença na eternidade, e o olhar de admiração e gratidão dos seus parentes e amigos; preferisse gastar seus últimos momentos contemplando o saldo da conta bancária, junto com as fotos de todos os lugares do mundo em que conheceu.
     Tenho certeza de que minha querida amiga, escolheu a primeira opção e assim como ela deixou sua marca e cumpriu seu propósito de vida, espero eu poder terminar a carreira guardando a fé e tendo a extraordinária sensação de missão cumprida, e poder entrar na glória da segunda casa por toda a eternidade.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ruaaaaaaach!!


Tremendo como uma folha
Com medo de erguer meus olhos
Com medo de todo a Tua glória
Envergonhado com todo o meu orgulho...



Então você me chama
Para entrar no Teu santo lugar
Eu me prostro de joelhos
Com meu rosto no chão
E eu clamo por misericórdia
E imploro que me perdoes por tudo o que eu já fiz
E eu tremo... e eu tremo...

Sou apenas um homem
Banhado pela Tua graça
Tu és o Deus santo
Tua glória enche este lugar
E eu clamo por misericórdia
E imploro que me perdoes por tudo o que eu já fiz
E eu tremo... e eu tremo... tremo...

- Audio Adrenaline - "Tremble" 

       No mesmo ritmo da penúltima postagem, milhões de palavras transcritas em alguns versos. A simplicidade da música e dos arranjos traduzem tudo.
    Traduzi de forma simples a música Tremble da extinta banda Audio Adrenaline. Quem tiver curiosidade em procurar, está no álbum Lift de 2001.